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Study and work!

Essa modalidade de programa sempre foi e continua sendo muito procurado por jovens brasileiros, de estudar no exterior e poder trabalhar legalmente!

Antes de mais nada, é importante dizer que não são todos os países que tem esse tipo de abertura para os intercambistas brasileiros, portanto é essencial saber certinho em que terreno está pisando para evitar qualquer tipo de problema.

Hoje em dia Austrália, Irlanda, Canadá e Nova Zelândia são basicamente os únicos países que permitem que o estudante brasileiro consiga trabalhar para poder se manter no país. Isso é muito legal não somente pela questão financeira mas também pela questão do aprendizado do idioma. Você usará palavras e expressões diferentes do que usa no dia-a-dia e também irá praticar o que acabou de aprender na escola.

*O programa é oferecido em parceria com a Just Intercâmbio.

O perfil do intercambista que participa deste programa varia bastante. Talvez você tenha terminado o ensino médio, prestou o vestibular mas não passou e decidiu encarar o “bicho de sete cabeças” que é aprender um idioma estrangeiro. Talvez você já esteja na faculdade e percebeu que as oportunidades que se apresentam no futuro próximo (sejam de estágio ou mesmo vaga efetiva) esperam que você tenha – além do domínio em pelo menos uma língua estrangeira – que tenha também a experiência internacional. Ou então você é um profissional já colocado no mercado de trabalho mas também percebeu que se quiser sonhar com avanço na carreira precisa urgentemente dessa experiência internacional. Qualquer que seja o seu caso, a necessidade de trabalhar e ter a possibilidade de se sustentar enquanto estiver no exterior é exatamente o objetivo do programa de estudo + trabalho.

Vale lembrar que geralmente o intercambista não sairá do Brasil com vaga de trabalho definido ou mesmo que a escola fará a sua colocação de trabalho assim que chegar lá. O que ocorre é que você terá em seu visto a permissão para trabalhar legalmente. Em outras palavras, a colocação dependerá de seu esforço. As escolas ajudam, orientam, aconselham e dão todo o suporte mas não garantem ou se responsabilizam.

Dos países citados acima, em todos você poderá estudar e trabalhar ao mesmo tempo. O único que tem regra diferente é o Canadá. Lá você poderá fazer 50% de cada, ou seja, se programar para 6 meses, poderá inicialmente estudar 3 meses e após esse período poderá trabalhar no máximo por mais 3 meses (com algumas exceções que não necessariamente dividem o programa em 50% estudo e 50% trabalho).

Para esse tipo de programa, o intercambista deve se planejar para ficar um tempo um pouco maior, pois tirando a Austrália, que já permite que o brasileiro trabalhe com matriculas a partir de 14 semanas, os outros países exigem permanência mínima de aproximadamente 6 meses. Vale como dica que geralmente esses trabalhos acontecem em restaurantes, cafés, lojas de departamento, hotéis, estádios de esportes etc. Portanto não é comum você trabalhar em sua área de atuação aqui do Brasil. A experiência no exterior e o aprendizado da língua, no entanto, compensam demais.

australia-2yvlsb03l0xd5b3tlncuf4Austrália: Basta matricular-se em um curso com duração mínima de 14 semanas e você receberá a permissão para trabalhar 20 horas semanais durante a validade do seu visto de estudante. O curso tem que ter no mínimo 20 horas semanais de aulas.

canada-2yvlsar1wfuzl7m2twzj7kCanadá: Para ter a permissão de trabalho é necessário matricular-se em um curso específico, onde o trabalho faça parte do seu programa de estudos. Você precisa ter conhecimento intermediário do inglês no ato da matricula.

irlanda_-2yvlsb03l0xd5b3tlncuf4Irlanda: Você pode matricular-se para o programa de ano acadêmico que consiste em 25 semanas de aula e 25 semanas de férias podendo trabalhar 20 horas semanais durante seus estudos e até 40 horas semanais durante suas férias, que são opcionais. Ou seja, você escolhe: 06 meses ou 1 ano na Irlanda!
Não é necessário tirar nenhum visto antes da viagem. Chegando à Irlanda você receberá um carimbo (visto) válido por um mês, que é o tempo que você terá para tirar o seu visto GNIB (visto definitivo com duração total do seu curso). Fique ligado, pois o país faz algumas exigências em relação a seguro saúde e comprovação finaceira para obter o visto. Fale com a Student-Network e saiba mais.
Geralmente a duração mínima desse programa é de 24 semanas e algumas escolas ainda garantem as entrevistas de emprego! Consulte as modalidades e condições das opções disponíveis.

novazelandia-2yvlsar1wfuzl7m2twzj7kNova Zelândia: É possível solicitar sua permissão de trabalho junto com o seu visto de estudante, porém é preciso estar matriculado em um curso de inglês de período integral (20 horas semanais) com duração mínima de 06 meses e apresentar o teste de proficiência IELTS com resultado de no mínimo 5.0. Dessa maneira, o estudante poderá trabalhar 20 horas semanais durante sua estadia.

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Dublin (to be continued)

http://blog-pt.hostelbookers.com/destinos/europa/turismo-dublin-irlanda-10-coisas-baratas-para-fazer/

http://www.terranovaturismoviagens.com.br/blog/category/destinos-internacionais/dublin/

http://blog-pt.hostelbookers.com/destinos/europa/turismo-dublin-irlanda-10-coisas-baratas-para-fazer/

http://viajeaqui.abril.com.br/blog/saia-pelo-mundo/2011/07/porque-dublin-vale-a-pena/

http://www.edukbrasil.com/blog/tag/dublin/

http://www.conexaoirlanda.com.br/turismo_dublin.php

http://www.ci.com.br/guia-mundo/especial-cidades.dublin

http://cristianejunior2.blogspot.com.br/p/pontos-turisticos-em-dublin.html

http://mapadomundo.org/dublin/

http://dublinelogoali.com/dublin/

http://dublinparabrasileiros.com/